Minhas amizades, apesar de não serem impressionantes quanto ao número, são de excelente qualidade. Não apenas pelo tempo de duração, mas também pelo nível de solidariedade e comprometimento. Nos últimos anos, pelas mais diferentes razões, nos dispersamos neste mundão de meu Deus. Começou com o Arthur que se casou e foi morar em Portugal, mandando às favas o trabalho, a família, os gatos, etc. Depois foi a Sylvana que foi estudar nos Estaites, depois foi trabalhar na Espanha e agora mora em Petrópolis. Nikki voltou para a Inglaterra quando ninguém esperava que ela fizesse uma coisa como essa (foram apenas 26 anos no Brasil!). E por fim, eu que mudei de mala e cuia para uma praia paradisíaca no Nordeste. É quase um êxodo, só falta Moisés! Apesar da uorlde uaide uebi, ainda assim, faz falta as conversas de fim de tarde, os beijinhos, as reuniões para jantar e jogar conversa fora. Mantemos o contato, mas perdemos o convívio e isso ainda faz diferença nas relações humanas. Fazer o que, ainda nos resta trocar fotos nos fotologs da vida...Espero que depois de quarenta anos no deserto ainda exista uma possibilidade (mesmo que remota) de nos reencontrarmos.
Há um dia
Desabafo de



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